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Águia-cobreira
Circaetus gallicus
A observação de uma águia-cobreira a deglutir uma cobra em
voo constitui, certamente, um espectáculo singular. Esta
enorme águia, que se especializou na captura de répteis,
também é conhecida pelo curioso nome de “João Branco”.
Abundância e calendário
A águia-cobreira distribui-se de norte a sul do país. Ocorre
geralmente em densidades bastante baixas, não havendo
nenhuma região que se destaque particularmente no que diz
respeito à abundância desta espécie, embora de uma forma geral
esta seja mais comum no interior que no litoral. As áreas pouco
habitadas, onde as manchas arborizadas alternam com espaços
abertos, são aquelas onde a águia-cobreira é mais frequente. É
uma espécie estival, que chega geralmente em Março e parte em
Setembro. Ocasionalmente é vista em pleno Inverno.
Pode ser vista um pouco por todo o país, sendo um pouco mais frequente no interior que no litoral.
 | | Litoral centro – escassa nesta região, as melhores probabilidades de observação encontram-se na serra de Aire, na |
| | serra de Sicó e na zona de Alvaiázere / Ansião.
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Sabe quando chegam as primeiras águias-cobreiras? Veja as datas aqui
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Identificação
A brancura das partes inferiores é certamente o aspecto que mais
chama a atenção na plumagem desta águia. A coloração dos
indivíduos é, contudo, bastante variável, havendo-os quase
totalmente brancos e os que têm a cabeça escura com as asas
sarapintadas. As partes superiores são castanhas e, quando a ave
é vista de perto, reconhece-se também o olho amarelo.
Clique na seta para ouvir as vocalizações da águia-cobreira!
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Estatuto de conservação em Portugal:
Quase ameaçada
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