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Espécies de aves muito comuns em Portugal
Rola-turca
Chegou a Portugal no final da década de 1970 e
espalhou-se gradualmente por todo o território.
Hoje está presente em quase todas as zonas habitadas,
de norte a sul e do litoral ao interior, pousando em
postes, antenas, edifícios e cabos eléctricos. O seu
canto trissilábico é repetido vezes sem conta.

                                                
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Andorinha-dos-beirais

Tal como a espécie anterior, é muito comum em
Portugal, estando presente na maioria das vilas e
aldeias portuguesas. Nidifica colonialmente, sendo as
suas colónias formadas por dezenas ou mesmo
centenas de casais. Os seus ninhos situam-se quase
sempre em construções Chega em Feverereiro no sul e
em Março no norte, podendo ser vista até Setembro ou
Outubro.
                                            
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Andorinha-das-chaminés

É a andorinha mais comum nos nossos campos,
surgindo sobretudo associada a meios agrícolas, mas
também ocorre em zonas urbanizadas.
É muito comum em todo o país de Fevereiro a
Setembro, ocorrendo também nos restantes meses ,
mas em número mais reduzido.

                                             
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Melro-preto

É uma das espécies mais características dos parques e
jardins urbanos, podendo ser visto com facilidade em
relvados e zonas ajardinadas, por vezes a pequena
distância. Também ocorre em pomares e zonas
florestais, embora aí seja geralmente mais arisco.

                                           
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Chapim-azul

O chapim-azul, ou megengra, é uma das aves florestais
mais abundantes de Portugal. Frequenta bosques de
todo o tipo, sendo também comum em parques e
jardins. Nidifica em cavidades.
Apenas está ausente quando o coberto arbóreo é
inexistente.

                                              
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Chapim-real

Juntamente com o chapim-azul, é uma das espécies
mais comuns nos nossos bosques. Contudo, é menos
frequente em parques e jardins urbanos.
O seu canto "cha-pim-cha-pim-cha-pim" permite
detectá-lo facilmente durante a Primavera. Nidifica em
buracos e aprecia caixas-ninho.

                                         
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Tentilhão-comum

O tentilhão é uma ave florestal, que surge geralmente
associado a bosques de pinheiros, sobreiros,
azinheiras ou carvalhos, mas também ocorre em
pomares e olivais. Evita os parques e jardins urbanos.
Pode ser visto de norte a sul do país, fazendo-se notar
sobretudo pelo seu canto, que se faz ouvir de Fevereiro a
Junho.
                                           
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As seguintes 11 espécies de aves são muito comuns em todo o território continental português.
Todas elas são fáceis de encontrar e de observar, ocorrendo em quase todos os locais considerados
neste portal. Por esse motivo, não figuram nas listas de espécies apresentadas nas fichas dos locais.
Pardal-comum

O pardal é uma das espécies mais comuns e também
mais conhecidas de toda a gente. É frequente em zonas
habitacionais e está presente em quase todas as
cidades, vilas, aldeias e até quintas. Pousa
frequentemente nos telhados das casas, o que o torna
muito conspícuo. Apenas está ausente em zonas
densamente florestadas.
                                          
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Chamariz

Também conhecido por serzino ou milheirinha, este
parente do canário é uma das aves mais abundantes
em Portugal Continental. Frequenta todo o tipo de
habitats, desde terrenos agrícolas e florestais, até
pomares, parques e jardins e até zonas urbanas.
O seu canto faz-se ouvir durante quase todo o ano.

                                       
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Verdilhão

Este granívoro distribui-se por todo o país. Surge quase
sempre associado à presença de árvores, sendo
frequente encontrá-lo em parques e jardins, mas
também em sebes, hortas, pomares e bosquetes vários.
É uma das poucas espécies de aves que pode ser
ouvida a cantar frequentemente durante o mês de Julho.

                                         
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Pintassilgo

Esta ave colorida é comum em todo o país, embora seja
um pouco menos abundante a norte do rio Douro.
É relativamente fácil de encontrar em parques, jardins,
hortas e também em bosquetes e outros meios
florestais pouco densos. No Inverno junta-se em
grandes bandos, que patrulham os campos em busca
de alimento.

                                     
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