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Pisco-de-peito-azul
Luscinia svecica
A observação de um pisco-de-peito-azul pousado
sobre um tronco ou um tufo de sapal tem o dom de
animar qualquer sessão de observação num dia frio
de Inverno.
Identificação
O macho adulto é fácil de identificar, pois ostenta no
peito uma mancha azul com o centro branco; já o
macho jovem e a fêmea apresentam pouco ou
nenhum azul; os machos oriundos da Escandinávia
(subespécie
L. s. svecica) têm o centro laranja em vez
de branco. Em todas as plumagens, as aves
apresentam uma grande mancha cor-de-laranja nas
penas exteriores da cauda, que são facilmente
visíveis em voo.
Onde observar

As grandes zonas húmidas do litoral são os melhores sítios para procurar o pisco-de-peito-azul.

Entre Douro e Minho - o estuário do Douro é um dos melhores locais da região para encontrar esta espécie.

Trás-os-Montesjá nidificou na serra de Montesinho, desconhecendo-se se é regular nessa zona.

Litoral centro observa-se na ria de Aveiro (zona de Salreu), no estuário do Mondego, na zona do paul da Madriz e na
lagoa de Óbidos.

Beira interiorna década de 1990 foi observado na serra da Estrela, onde nidificou, mas não se conhecem registos
recentes na região.

Lisboa e vale do Tejoo estuário do Tejo (nomeadamente as lezírias da Ponta da Erva, a zona de Pancas e as salinas
de Alverca) são um dos melhores locais do país para observar este turdídeo, que também aparece esporadicamente na
várzea de Loures.

Alentejopode ser visto com regularidade no estuário do Sado e na lagoa de Santo André; no interior é mais raro,
havendo alguns registos na lagoa dos Patos e na zona de Elvas, bem como observações esporádicas noutros locais.

Algarvea ria de Alvor e a lagoa dos Salgados são dois dos locais habituais de ocorrência desta espécie, que também
se observa nas salinas de Olhão, em Vilamoura, no estuário do Arade, nas salinas de Odiáxere e no paul de Lagos.
Abundância e calendário
O pisco-de-peito-azul é sobretudo um migrador de passagem e
invernante, que ocorre habitualmente em sapais e caniçais,
podendo ser visto na maioria das zonas húmidas costeiras e, com
menor frequência, no interior do território; está presente sobretudo
de Janeiro a Março e de Agosto a Dezembro. Contudo, existem
algumas observações primaveris nas serras do interior norte e
centro, podendo haver uma pequena população nidificante nessas
regiões.
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