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Chapim-de-faces-pretas
Remiz pendulinus
Contrariamente à maioria dos chapins, o chapim-de-faces-pretas não é uma espécie
florestal, preferindo os grandes caniçais e tabuais, onde se alimenta.
Onde observar

Os locais com grandes caniçais e tabuais são os melhores para procurar este
pequeno chapim.

Litoral centroconhecem-se observações no baixo Mondego.

Lisboa e Vale do Tejopode ser observado no estuário do Tejo
(lezírias da Ponta da Erva). Ocasionalmente vê-se na várzea de Loures e
no paul da Barroca.

Alentejoeste chapim ocorre regularmente no estuário do Sado e na
lagoa de Santo André; no interior é mais escasso, sendo a zona de Elvas
aquela de onde provém a maioria dos registos.

Algarve a ria de Alvor, o paul da Lontreira, o paul de Lagos, o caniçal
de Vilamoura e a lagoa de Aldeia Nova são alguns locais onde esta  
espécie pode ser observada.
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Identificação
Os adultos são característicos, apresentando uma grande máscara preta, que
contrasta com o resto da cabeça branca. O dorso é ruivo. O bico é triangular,
bastante mais espesso que o dos restantes chapins. Os juvenis são acastanhados.

Abundância e calendário
Pouco comum e com uma distribuição localizada, o chapim-de-faces-pretas ocorre
unicamente nas grandes zonas húmidas com boas manchas de vegetação
emergente. A sua abundância parece variar em função do habitat disponível, mas
geralmente podem ser vistos pequenos bandos, que se alimentam por entre a
vegetação. Este chapim é principalmente invernante, podendo ser observado
regularmente de Outubro a Março. Na região de
Elvas, onde já nidificou, existem
observações durante a época reprodutora.
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Estatuto de conservação em Portugal:

Quase ameaçado