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Serra da Peneda
Situada no extremo norte do país, integrando o Parque a
mais de 1300 metros de altitude. A paisagem desta
região é dominada por grandes rochedos, que alternam
Não tendo a pressão de visitantes que existe na parte
central do parque, esta zona permite efectuar
observação de aves com tranquilidade e oferece a
possibilidade de observar algumas aves características
do norte do país.
Visita:
A zona de Lamas de Mouro, onde existe um centro de interpretação do parque
nacional, serve de ponto de partida à exploração da zona. Aqui existe uma boa
desenvolvido, composto por vidoeiros, pinheiros-de-casquinha e outras
resinosas. A melhor forma de explorar a zona consiste em percorrer o trilho
interpretativo (cerca de 5 km - 2 horas), que atravessa diversos habitats. Entre as
aves que podem ser vistas ao longo deste percurso, merecem destaque o
tordo-comum, que ocorre na zona durante a época de nidificação e pode ser
ouvido a cantar, a
petinha-das-árvores com o seu espectacular voo em
para-quedas, o
papa-amoras (que por vezes pousa nos fios electricos) e o
picanço-de-dorso-ruivo. Outras espécies que aqui podem ser observadas
incluem o
pombo-torcaz, o pica-pau-verde, a felosa-poliglota, a
estrelinha-de-cabeça-listada, o chapim-de-poupa, o chapim-carvoeiro, a
trepadeira-azul e a trepadeira-comum., bem como diversas outras espécies
mais comuns.

Para explorar as zonas de maior altitude, vale a pena prosseguir pela N202-3 até
Castro Laboreiro. A partir desta vila irradiam várias estradas, que permitem
explorar a serra da Peneda e os seus diferentes habitats.

Entre as espécies mais comuns nesta área e que podem ser vistas e ouvidas
com frequência refiram-se: a
alvéola-branca, o rabirruivo-preto (presente em
quase todas as aldeias), o
pisco-de-peito-ruivo, a toutinegra-de-barrete-preto e o
gaio.
Para sueste, a estrada que conduz à fronteira de Ameijoeira (ou Ameixoeira) atravessa boas manchas de
carvalhal, onde é possível ver e ouvir a
felosa-ibérica.

Mais para leste, vale a pena tomar a pequena estrada que conduz à aldeia de
Portos, que permite visitar
zonas de altitude, onde a vegetação é mais esparsa. Aqui ocorrem a
laverca, a petinha-das-árvores e o
cartaxo-comum.

Saindo de Castro Laboreiro para norte pela N202-3, toma-se à direita a estrada para Rodeiro, ao longo da
qual é possível ver a
cia e, com alguma sorte, a escrevedeira-amarela, que aqui é consideravelmente
menos frequente que na vizinha
serra do Gerês.

Ainda ao longo da N202-3, vale a pena parar junto à aldeia de
Portelinha, onde existe um vasto planalto
onde a
laverca é muito comum e onde também é possível observar o papa-amoras. Este planalto pode ser
acedido por um caminho não asfaltado, que sai da aldeia em direcção a norte.
Na Serra da Peneda, a paisagem é dominada por grandes penhascos graníticos
Os vales para sul de Castro Laboreiro albergam matas de carvalho-negral bem desenvolvidas
As pequenas parcelas agrícolas em mosaico na zona de Portos são um bom local para procurar a petinha-das-árvores
Para saber mais sobre as
aves da serra da Peneda,
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Melhor época: Maio a Julho

Distrito: Viana do Castelo
Concelho: Melgaço
Onde fica: no noroeste do país, cerca de 80 km para nordeste de Viana do Castelo. Para chegar a Lamas de
Mouro, toma-se a N202 a partir de Melgaço (seguindo-se depois a N202-3 que conduz a Castro Laboreiro).
Em alternativa, segue-se pela mesma N202 a partir de Arcos de Valdevez passando por Soajo e
prosseguindo para norte através da Senhora da Peneda.


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